quarta-feira, 20 de abril de 2011

Somos o que pensamos


Deepak Chopra é um indiano radicado nos EUA desde a década de 70, médico formado na Índia, com especialização em Endocrinologia nos Estados Unidos. Filósofo de reputação internacional, já escreveu mais de 35 livros e é considerando um dos mais respeitados pensadores da atualidade. Segundo ele, em seu texto intitulado "Mutantes" somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!

Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificados por eles. Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente. A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida. A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.

Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo, a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptiídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria. Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição. Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos. A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.

O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia. Shakespeare não estava sendo metafórico quando Próspero disse: "Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos." Você quer saber como esta seu corpo hoje? Lembre-se do que pensou ontem Quer saber como estará seu corpo amanhã? Olhe seus pensamentos hoje! Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você! Assim sendo, embora seja praticamente impossível tirar totalmente de nossas mentes tanto conquistas, quanto frustrações do passado, é importante não valorizarmos sentimentos como sofrimento, teimosia, ódio, rancor, mágoas, derrotas e ressentimentos.

Nosso cérebro é como um grande arquivo. Muitas vezes, se faz necessário tirar o que não está interessando e jogar fora, para ter espaço e colocar algo no item de boas lembranças. Guardar objetos velhos e inúteis, manda duas mensagens ao cérebro: que não confia no amanhã e que não acredita conseguir o melhor, são entraves para prosperidade. O guardar tem o significado de que poderá faltar. Se puder, acredite e diga: não preciso disso, não me traz benefício! Ser e estar aberto a novas situações, irá fazer com que coisas boas começem a acontecer. Pensem nisso!

domingo, 3 de abril de 2011

Hipertensão Arterial

O Coração dos seres humanos funciona como se fosse uma bomba, uma bomba eficiente, que bate de 60 a 80 vezes por minuto durante toda a vida e impulsiona de 5 a 6 litros de sangue por minuto para todo o corpo.

Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue que sai do coração, e a resistência que ele encontra para circular no corpo.

Caracteriza-se hipertensão arterial quando a pressão esta acima de 140 x 90 mmHg em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de 15 minutos e confirmada em três consecutivas.

A hipertensão arterial é uma doença crônica, multigênica, de etiologia múltipla e de fisiopatologia multifatorial. Quando não tratada e controlada adequadamente, pode levar a complicações que podem atingir órgãos como sistema nervoso (infarto, hemorragia), coração (angina, insuficiência cardíaca e até morte súbita), no sistema visual (retinopatia, redução da visão).

Fatores de risco


* Tabagismo

* Consumo de álcool
* Hábitos alimentares
* Obesidade
* Sedentarismo
* Depressão
* Situação familiar
* Condições de trabalho

Tratamento

Compreende dois tipos de abordagem: Farmacológico, com uso de drogas anti-hipertensivas, e não-farmacológico, que se fundamenta em mudanças do estilo de vida que favorecam a redução da pressão arterial, tais como:

* Redução do peso corpóreo, através de uma dieta controlada
* Redução do consumo de Sódio (sal, embutidos, enlatados, conservas, charque, queijos salgados, bacalhau)
* Redução do consumo de bebidas alcoólicas
* Maior ingestão de alimentos ricos em potássio
* Exercícios físicos regulares
* Abandono do tabagismo
* Controle das dislipidemias e do diabetes mellitus
* Evitar drogas que eleva a pressão arterial (anticoncepcionais, antiinflamatórios, moderadores de apetite, descongestionantes nasais, antidepressivos, corticóides, cafeína, e outros)
* Controlar o estresse

Exercício físico e pressão arterial

O exercício físico pode ser benéfico para esses indivíduos. É sabido que, imediatamente depois de um período de exercício físico dinâmico, a pressão arterial do indivíduo hipertenso diminui a níveis inferiores aos observados antes do início do exercício. Contudo recomenda-se que o indivíduo que deseja iniciar tal programa de atividade física procure profissionais especializados na área, que o informarão sobre as avaliações iniciais e as condutas observadas durante os treinos.

Entre as principais avaliações iniciais encontra-se o teste ergométrico ou ergoespirométrico, que é caracterizado por um aumento ininterrupto de carga até a exaustão para avaliação da resposta pressórica e possíveis alterações do eletrocardiograma.

Depois de feitas essa avaliação inicial e a consulta com um cardiologista, o indivíduo está apto a iniciar um programa regular de atividade física sob a orientação de um professor de educação física, que passará a prescrição de treinamento físico com a intensidade, duração, e regularidade ideais e adequadas a sua condição física, para assim então poder usufruir os benefícios dessa atividade.

Fonte:
www.areadetreino.com.br
www.andreiajoao.com.br
www.fitnessbrasil.com.br

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